14 de fevereiro de 2015

destes pais não reza a história, ou a estória dos pais merdosos que também podia ser com mães, mas não é




Há aqueles pais que te fazem ficar aterrorizada com o que pode acontecer depois das 6 da tarde, porque se embebedam depois do trabalho e quando chegam a casa é quase um inferno…dias e dias, anos e anos…até tudo se acabar, porque morrem e te matam um pouco para toda a vida.

Depois há os outros, que depois de uma separação da mulher, recomeçam a vida com uma nova família e também se separam do filho que já tinham…e os anos vão passando e eles, cada vez mais divorciados do filho “antigo” cada vez mais e mais e mais…
E vão para longe e só vêm nas férias, com os novos filhos. E chega aquela altura lamechas do Natal e eles nada, nem um postal, nem uma sms, nem um telefonema, nem um vem almoçar comigo…nem tão pouco um vai à merda.

Depois, há aqueles filhos que vêm o pai dos outros, aqueles pais que são quase retirados de contos de fadas…e ficam cada vez mais tristes,
cada vez mais e mais e mais...

Por favor, não me venham só com estórias de maus filhos, sem me contarem a dos maus pais.


*E pronto, já contei a estória 
(muito pouco ou quase toda…)

26 de janeiro de 2015

ganho-ME nas imagens


perco-me (ganho-me) nas imagens 
sempre me perdi…


encanto-me com a criatividade dos GRANDES
dos que de muito pouco conseguem fazer tanto
que com tanto enleio fazem a pureza
que pintam gatos em azul petróleo
que guardam maças entre cabeleiras longas
que de texturas mil e riscos imprecisos fazem traços tão precisos
que dão alma ao interior das casas
que misturam
que arriscam
que riscam

caramba, por vezes, que vontade de também fazer e que falta de coragem para tentar e talvez falhar


obrigada artistas mil, por me colorirem a vida e me enfeitarem a alma

18 de janeiro de 2015

DONA DE CASA (???)

As casas ou por outra, a nossa casa (porque com a dos outros posso eu bem) deviam ter um botão de limpeza automática, talvez ao lado do interruptor das luzes do hall de entrada.

Definitivamente não nasci ser para “dona de casa”!



No fundo, bem lá no fundinho até que gosto de ser a dona da casota, ah e tal “Eu é que sou a dona da casa, porquê?”…o pior são mesmo aquelas tralhas que o cargo implica…IMIs, manutenção do casebre tipo pinturas, remendos e afins.

Mas voltando à vaca fria…as limpezas, ui, as limpezas. Que trabalhinho mais sem graça e com efeitos tão pouco duradouros.  

Depois de horas escalfada a varrer, lavar, esfregar, trocar as roupas, sacudir os pós, ajeitar, arrumar, tirar as teias e mais isto e aquilo e aqueloutro que não lembra nem ao menino Jesus, vêm os cães com as patas cheias de terra molhada, as aranhas ofendidas e persistentes a começar novas teias, o filho que é um adepto fervoroso do Gypsy Style, o cabresto do pó (não me ocorre outro nome) que teima em entrar por tudo o que é buraco, os tachos do jantar outra vez a sujarem o fogão, as dormidas outra vez a escramalharem as camas e PRONTO, volta tudo ao ground zero. Que raio de tempo mais mal empregue!

Como ia dizendo, o tal botão da limpeza automática, ai que falta me fazia…

Somos um país timidozinho, pacatinho, acomodadinho, mas ganhamos tantos prémios disto e daquilo, é ele o melhor vinho, as melhores praias, os melhores hostels, os melhores investigadores na área x e y…
E não há um sacana de um inventor para o tal botão das limpezas automáticas?????

*Se por acaso algum crânio da tecnologia me estiver a ler, fica o desafio no ar. Prometam-me que sei a primeira a ser informada!


**Na falta de um botão, podem sempre enviar um exemplar humano, alto e espadaúdo com muita perícia no manuseamento da esfregona e do pano do pó.

14 de janeiro de 2015

BLOGUI |CES|


Passeio-me por estas bandas desde 2008.

No início foi uma sofreguidão, uma avidez de partilhar as minhas histórias em jeito de crónicas. Parecia um mundinho pequenino e aconchegado, um sofá confortável em frente a uma lareira acesa e à volta de uma caneca de café. Convivia-se com outros bloguers, que por empatia ou simplesmente magia, faziam quase parte da família.
Foram noitadas a ler o que se escrevinhava e a opinar sobre os textos em infindáveis trocas de comentários. 
Criaram-se laços, fizeram-se amizades e até se zangaram comadres à boa maneira da raça humana. 

O que eu me diverti aqui…

Não existia o fenómeno FB e o que se escrevia preenchia vazios de uma forma mais cuidada, mais criteriosa, muito mais “saborosa”.
Com o passar do tempo a coisa foi esfriando, secando…quase morreu. 

Tenho pena, muita!
Tenho saudades, muitas!

Dos blogues que seguia, alguns mudaram as definições e vedaram-me a entrada. Sabes quando te enches de alegria por, finalmente, fazeres aquela grande viagem para visitares o amigo especial que não vês há anos? Depois, quando chegas, a morada já não é a mesma e encontras um recado na porta 
“mudei-me!
só dei a morada a pessoas muito especiais
 das quais tu já não fazes parte”

Caramba!!!!! Que balde de água fria!

Ironia do destino, não consigo eliminar esses blogues da minha lista de preferências............BAHHHHHHH.......

A dada altura o meu blogue até deu um programa de rádio. Verdade, verdadinha! 
Tão pequenino, despretensioso e tão cheio de palavras inventadas (já vos disse que gosto de inventar palavras que cheirem ou saibam ao que quero transmitir!?) e foi, por momentos grande.
Ai que vaidosa fiquei na altura, que bem me soube ouvir-me com outro timbre de voz.


Mas como ia dizendo, aiiiiiiii o que eu adorava isto…

10 de janeiro de 2015

SOMOS FUMADORES À BEIRA DO COLAPSO, OU NEM POR ISSO



Noto que as pessoas geralmente associam os fumadores a pessoas nervosas, stressadas, de mal com a vida…
Não é necessariamente assim que se passam as coisas my friends, porque as pessoas (felizmente) são muito mais complexas, não se resumem apenas ao preto e ao branco.
Estupidamente e quase sem dar por isso, porque era giro, era proibido, era uma manifestação de coragem, de ser-se grande quando ainda se era muito pequeno, tornei-me uma fumadora daquelas que são quase casos perdidos…é o único vício que não controlo e que seguramente me controla totalmente a mim.

NÃO ACONSELHO A NINGUÉM!

Mas confesso que estou um boca…dinho (..dão) farta da caça ao fumador.

Um fumador não é um criminoso, um delinquente, ou, para mim o pior dos cenários que pintam, uma pessoa angustiada, frustrada, desgraçada com a vida. Fumo porque me dá prazer, sim, gosto de fumar! Tenho consciência que me traz grandes riscos para a saúde, que me deixa constantemente “fedorenta”, que isto e aquilo e aqueloutro…mas por favor deixem-me estar sossegada com o meu veneno.

Sou filha de pai fumador, na casa dos meus pais sempre cheirou a tabaco e isso nunca foi um drama.

Não, não fumo mais quando estou nervosa, ou com algum problema. Essa situação comigo não acontece e sabem porquê? Porque fumo sempre muito! Quando estou feliz, serena, agitada, stressada, entretida…em suma, sempre!


Por isso, e só por isso, não me coloquem um rótulo na testa. Não me estampem o FADO no rosto. 
Eu sou uma fumadora, por vezes feliz e outras infeliz…tal como toda a gente, que é GENTE!

POUPEM-ME, SIM.......

21 de julho de 2013

de pequenino é que se torce o pepino


Desde pequenina que ouvia sempre a sentença de que as minhas ideias e manias eram fruto da idade, portanto, não seriam motivo de preocupação uma vez que iriam ainda mudar umas 200 vezes até que a experiência e a maturidade me transformassem na esperada mulher adulta e responsável.

Pois devo informar que comigo, a fórmula não resultou a 100%

Sou de facto a tal mulher adulta e, na maioria das vezes, responsável. As minhas ideias e manias, essas, tantas voltas dei que acabei por escolher a profissão que queria já aos seis anos (santa ingenuidade, se soubesse o que sei hoje…).

A mania de juntar caixinhas pequeninas ainda perdura, embora já não sirvam para guardar missangas divididas por diferentes cores mas sim para comprimidos divididos para as diferentes dores.
O fascínio por bloquinhos, canetas, borrachas, estojos e afins mantém-se COMPLETAMENTE inalterável! Fascinante em como se assemelham até as dificuldades económicas que sentia e voltei a sentir para as comprar.

A mania dos animais, a loucura que me levou a ter desde morcegos a porquinhos da Índia já não é tanta, mas ainda continuo a proteger aranhas, osgas e qualquer inseto estranho. Coloco as conquilhas ou as ameijoas vivas na frigideira a olhar para o lado, com um enorme sentimento de culpa que quase me impede de retirar prazer do repasto. Atirar caranguejos ou santolas vivos para a panela com água a ferver é impensável.

Resumindo, o que apenas mudou foi o declínio da embalagem e da engrenagem…

A flexibilidade que me impede de fazer o pino ou a roda, verdade se diga, que me impede de chegar com as mãos aos pés com as pernas esticadas. Mudaram as articulações que, de oleadas passaram a ferrugentas e estaladiças. Mudaram as peles que de tão esticadas pareciam rabos de bebé e agora teimam em sobrar, em amolecer…sei lá, são teimosas e deixaram de obedecer.
A memória que teima em falhar em jeito quase de amnésia. A vista que pede ao braço que estique para conseguir decifrar as letras graúdas dos rótulos.

O conteúdo, ah, esse está todo lá…desde pequenina porque sempre ouvi dizer que “de pequenino é que se torce o pepino”!

4 de julho de 2012

mais prosa que poesia


Não sei se foi por as minhas árvores terem crescido desmesuradamente, podendo mesmo acrescentar que a uma delas falta apenas um 'Danoninho' para roçar o céu. O certo é que os pássaros este ano estão muito mais aguerridos e sem ponta de vergonha no bico...tomaram-me o quintal de assalto e assumiram o modesto latifúndio como sendo deles.

Podia alongar-me aqui em frases poéticas sobre o chilrear das aves e outros afins, porque sim, porque gosto de pássaros em liberdade. São bonitos...belos mesmo, poderia afirmar. 

Acontece que o volume cúbico de dejectos com que me bombardeiam diariamente as paredes da casa e a viatura, têm aumentado a olhos vistos de ano para ano, deixando-me em mãos com um grave problema, apesar da sua beleza indiscutível, dos alegres chilreares e tal coiso. 

Tem dias, porque como sabem tudo tem dias, que ao fim da tarde cantam num coro frenético, completamente enlouquecidos. Também acho belo o cantar dos pássaros, a sério que acho!
...se não for mesmo à minha janela e se não tiver semelhanças com um debate polémico e acalorado na Assembleia da República, ou com o Alberto João Jardim, numa discussão acesa com a malta do con'tnente.

Em suma...
Eu até gosto das aves, em liberdade.
Gosto mesmo muito!

Com contrapeso e medida, tal como o amor!

Não se queixem de que não avisei. Sou mais prosa que poesia...



2 de junho de 2012

certezas!

ora cá está um ser que me adora incondicionalmente...
tão bom ter estas certezas!

12 de maio de 2012

coisas


De bom, que bom, tão bom…este tempo traz-me de volta o telheiro das traseiras. Se me interrogasse sobre a minha zona de conforto espiritual, seria sem dúvida o meu telheiro nas noites quentes.
Fico-me por ali, esquecida do mundo, lembrada de mim. O silêncio não me incomoda pois não sou dada a solidões completas, tenho sempre um cão ou um gato com quem quebro os silêncios de fora. Por dentro a cabeça fervilha em constante espiral e martelares de inquietações ora boas ora más, ora porque sim, ora porque queria que não mas outra vez sim.

A frase escrita em castelhano ‘Lo siento. Perdon.’ que me ‘LIXOU’ talvez por isso mesmo, porque tinha pelo menos de ser em português, ou porque tinha antecipadamente de ser escrita por mim, em vez daquele ‘Vai-te fecundar (terminado em er) ó espanhol!’….e a Espanha que parece que me está colada aos poros nos sons, nas cores, nas histerias da língua. Sem sofrimentos de maior, pelo menos que se notem, só mesmo para me atazanar as calmarias…

Os sulcos na cara que me ferem os pensamentos e me magoam as idas ao espelho insistindo contra a minha vontade em recordar-me o que não me apetece agora…

A osga na penumbra da parede, que me parece um dragão que se recusou a crescer…

A hortência no vaso que ressuscitou os verdes passados três anos…

As saudades das conversas regadas de outros Verões, sempre ali…

A vontade quase sempre de escrever para mim ou para quem quiser apanhar, infalível nas tardes ou noites de telheiro…

Tantas coisas, tanta coisa, tantos eu por dentro que me saem para fora ali no meu telheiro santuário das traseiras, nem muito feio, nem muito bonito…apenas tão mágico e sobretudo tão só meu que todos os que por lá passam são apenas inquilinos, embora não saibam.

7 de abril de 2012

pequenas.GRANDES coisas

foram estas as pequenas.GRANDES coisas 
que tornaram a minha vida mais colorida no último ano


num exercício de memória,
consegui deslindá-las 
com uma incrível facilidade 




as inseparáveis botas, prenda de Natal filho

     o Ice.T, que entre outros devaneios, me faz sorrir
 quando implora por beber água da torneira do bidé

a bela da bolacha Maria que me ajuda 
a preencher as noites longas

os líquidos de cheiro, que a Carla 
teve a simpatia de me apresentar

 o meu mais-que-tudo casaco quente de lã
 preta fofinha e despenteada

o maravilhoso queijo Camembert, que deixou de ter 
um cheiro insuportável desde que fui a Paris com a Ilda

os meus Crocks-Xanatas do Lidl, pau para toda a obra

o meu meio-copo de vinho tinto - Alentejo ou Dão
que me acompanha ou antecede a merecida paz do jantar

os Jarros que o Vitor apanha do seu quintal para
 me oferecer porque sabe que adoro

a minha botija de água quente, receita da mãe Lourdes,  
que tanto me alivia as dores nas "cruzes"

o sabão de óleo de Argan que trouxe de Marrocos e me faz doer a alma só de pensar que se vai acabar um destes dias

os benditos óculos da Casa, que me têm valido 
na falta dos que o Ice.T roeu


já pensaram quais foram as vossas pequenas.GRANDES coisas?


28 de março de 2012

perdidos e achados

sem me dar conta, perdi-me!
se por acaso alguém me encontrar por aí, faça o obséquio de me devolver à procedência.

muito grata pela atenção
Ana GG

15 de janeiro de 2012

Snack-Bar Agapito...a redacção

Tenho que me apressar, não vá o Diabo tecê-las!
Aqui nas minhas redondezas, que isto é sítio dos bons, daqueles a que se tem tudo o que é de direito, embora não pareça assim à primeira vista, existe um snack-bar, o "Agapito", que merece honras de destaque. 
Posto isto, prevendo que a situação possa mudar de figura e enquanto se mantém O Agapito das Bifanas, sem mexidas modernistas, minimalistas e tantas outras coisas não menos istas que agora não me ocorrem e que os herdeiros do Agapito poderiam aplicar ao estabelecimento, antes de começarem a comercializar bifanas gourmet, vou passar à redacção sobre o dito cujo.

Pois bem, o Agapito fica à beira de uma estrada e é frequentado, sobretudo, por nativos da zona (posso até avançar que têm mesmo ar de nativos da zona, se é que me faço entender), que num ambiente entre o tasca rasca e snack-bar moderníssimo de 80, com tecto falso todo ele em quadriláteros que outrora de alva brancura, sucumbiram ao fumo do tabaco - pois sim, que no Agapito pode-se fumar! - se enfrascam de aguardentes incolores, medronhos espessos e copos de vinho variados, que vão desde o branco ao tinto (...piada seca, admito). E bebem e bebem e bebem, conversam um bocadito e voltam a beber e a beber e a beber...e às vezes desconversam e pronto, assim se passa o tempo no Agapito.

Por vezes lá entra uma mulher (entenda-se gaja, para os nativos)muito à cautela, para comprar as famosas bifanas com segredos de receita, gulosas e salvadoras de almoços preguiçosos...nas quais me incluo!
Também é frequentado por grupos de estrangeiros residentes, amantes do very tipical e pouco dados a esquisitices. Sentam-se na esplanada com vista p'rá estrada e bebem compais entremeados de imperiais. São já conhecidos da casa, recomendados por outros cámones amantes das portugalices.

Enquanto se espera pelas encomendas, nos bancos altos do balcão, não se desespera porque os olhos ficam sem mãos a medir, porque há as rifas de chocolates, o Pikachu de porcelana dourada chinesa, as conchas variadas, o Pai Natal de peluche e os azulejos com dizeres parvos e cómicos e cómicos e parvos...ai os azulejos que são uma autêntica perdição! "A minha sogra é uma santa, só é pena não estar no céu", ou ainda "Nesta casa só se fia a maiores de 90 anos, acompanhados pelos pais".

Caramba...como gosto do Agapito das Bifanas!


8 de janeiro de 2012

2 de janeiro de 2012

________enleios


Neste novo ano, contrariando a preocupação quase paranóica dos anos anteriores em que o ano tinha de ser imaculadamente estreado com o máximo de assuntos resolvidos para que assim permanecesse todo o ano, desde a limpeza do carro, ao arranjo dos electrodomésticos, aos cocós de cão apanhados meticulosamente com o cuidado de não existir a mínima falha…em suma, a chamada entrada com o pé direito. Neste novo ano, como ia dizendo e para que não me perca mais em deambulações, entrei (entrámos) com o PÉ ESQUERDO, um bocadito enleados.

  • Urgência médica a 31 de Dezembro, aqui para a mãe, urgência médica a 1 de Janeiro, ali para o filho, urgência médica acolá para a mota a 2 de Janeiro;
  • Autoclismo avariado, com águas correntes ininterruptas, apesar das torneiras fechadas quase a cadeado, transformando o chão do WC num húmido pantanal;
  • Ausência de luz, numa parte da casa, obrigando ao uso da máquina de lavar roupa, com uma milagrosa extensão que atravessa parte da cozinha;
  • Carrito a precisar de uma boa aspiração e escovas novas, que já funcionam como sujadoras de vidros;
  • Óleo da mota derramado no quintal, tornando o acesso à porta de entrada, numa quase pista de patinagem artística.

Caótica a situação!? Descuido e má gerência da responsável deste bocadinho de vida!?
NÃO!!!!!!! Faz tudo parte de um plano!

Estou apenas a inovar. Nos anos anteriores, a preocupação pela ordem não tem resultado, assim, na antevisão de um ano difícil, resolvi deixar as coisas como estavam, enleadas! 
Adiar o inadiável, esperar para ver…

Depois, prometo que vos conto se resultou. Caso se confirme a eficácia da ‘coisa’, podem começar a pôr as cuecas azuis de parte e estrear os vossos novos anos, na maior das bandalheiras, just in case.


obrigada pela visita!

pessoal que gosta de estar a par destas andanças

facebokiANOS a par desta coisa