25 de setembro de 2010

vontades

o Outono pede abracinhos!

confissão da inveja

queria transformar o aspecto deste blogue, queria que ficasse com o aspecto magnífico de alguns que visito com um grafismo de babar
acontece que não faço a mais pequena ideia de como o fazer
não percebo nada disto
e coisas que me ralem já eu tenho

então
posto isto

fica assim mesmo, como a minha casa, com coisas e coisas e coisas
não é o último grito mas é aconchegadinho
e conta estórias 


*está registada a confissão da inveja

24 de setembro de 2010

baú das velharias

17 anos
NOYA, ESTA É PARA TI

Tem aquele aspecto das fotos das nossas avós, não é pela antiguidade (poderia ser mas não é o caso), é porque foi uma revelação caseira, experiências a sépia.

O ar cândido é aquele que me caracteriza até hoje
________AHAHAHAHAH



(Quem terá a coragem de ir pelo mesmo caminho...?)

23 de setembro de 2010

refeições, comidas, comeres, morfes, paparocas e afins


Cá por casa as coisas complicam-se, nada a que não esteja já habituada, diga-se de passagem.

Estou prestes a enlouquecer com os caprichos da minha pequena família…

O gato Serafim enjoou a comida de gato obrigando-me a ter no frigorífico meia dúzia de latas de sabores variados, todas elas abertas na esperança de que se entusiasme por alguma. O sacana do gato só quer a nossa comida, gostando inclusive de iogurte, de sopa e bolachas integrais. Adora também a comida do cão, atirando-se entusiasticamente à gamela do desgraçado, sempre que a abasteço.  
Por sua vez o cão César, que anda depressivo e a chorar pelos cantos desde a morte do companheiro Óscar, enjoou a comida de cão e atira-se que nem uma marabunta á comida do gato, obrigando-me a fazer um controlo cerrado à gamela do respectivo. A nossa comida…adora, claro está!

O filho, não quer peixe porque é peixe e tem espinhas, não quer costeletas porque têm ossos, não quer legumes porque não sabem a molho de natas, não quer feijão porque é comida de velhos, não quer isto e aquilo e aqueloutro….resumindo, quer mesmo é MASSA, PASTA e PASTA e MASSA.

Com estas esquisitices todas fico sem vontade de preparar a "ração" na hora das refeições e estou muito tentada a fazer umas ligeiras alterações ao esquema alimentar cá de casa…
Talvez passe a dar comida de cão ao gato, comida de gato ao cão, e ao filho talvez ração seca com molho bechamel ou natas para não ficar muito seca, intercalando de cão ou de gato conforme os dias da semana.

É um caso a ponderar seriamente. O mal é estas ideias luminosas me passarem pela cabeça……hummmmmmm

22 de setembro de 2010

ai os nomes...........



Não vou fazer uma introdução porque não me apetece, vou direitinha ao assunto…

Quando nascemos os nossos pais deviam deixar-nos o nome em aberto, cada um chamava-nos o que lhe apetecia de acordo com o nosso aspecto, ou com o seu gosto pessoal. Depois, à medida que fossemos crescendo podíamos optar pelo nome que mais nos agradasse. 

Vejamos o meu caso, por exemplo: sou Ana Cristina mas era para ser Ana Luísa, porque a minha avó materna que vivia no campo tinha uma vizinha meio atrasada mental que chamava uma familiar, do alto do monte, em grandes e brutos berros 'CRESTINAAAAAAAAA'…ora a minha avó que era uma querida, ficou traumatizada e queria evitar uma situação idêntica na família. Contudo, Cristina era o nome da moda e a minha mãe nem pensou 2 vezes, já lhe bastava ter colocado o nome da tia-avó, que depois foi da tia, à minha irmã, Beatriz. Ora na altura, o nome Beatriz era um trauma para a rapariga, que passou a ser tratada por Nina e depois Bea. Entretanto, o nome virou grande moda (infelizmente já a minha irmã tinha falecido). O meu irmão foi premiado com o nome do santo da data em que nasceu, António. O rapaz, traumatizado passou a ser tratado por Tó-Zé que era um diminutivo muito à frente na altura. Agora, os Antónios estão na berra e ele já não se livra do que entretanto já está mais do que ultrapassado. 
AZARES é o que é!

A minha maltinha tratava-me toda por Cristina (excepto a minha mãe, para quem sempre fui Ana Cristina). Quando comecei a trabalhar no ensino, deparei-me com mais 4 Cristinas na mesma escola, a confusão era tal que tive de mudar para Ana, dado que elas eram Marias. Entretanto fui ficando a Ana profissional e para os amigos mais frescos, que me conhecem à menos de 18 anos e a Cristina para a velha guarda. 'Atendo' pelos dois nomes porque sou muito obediente. Os meua animais também atendem pelo nome próprio ou por 'toma!'

Agora, a profecia repete-se…na escola existem cerca de 400 Anas, e nos blogues e nos Facesbooks e em todo o lado para  onde me volte. Porque passou a ser um nome da moda nas gerações seguintes que fugiram às Marias que entretanto passaram a estar na berra.

Perceberam a confusão que esta porr@ dos nomes pode gerar!?

Mais grave ainda são aquelas criancinhas que carregam o peso de um nome de, digamos, senhora mais velha, velhota mesmo….que me desculpem as Florindas, Perpétuas, Florências, Hortênses, Leopoldinas e afins. E os Gervásios e Evaristos e Leopoldos…

Podia falar aqui de nomes que já foram "da moda" e que se tornaram numa grande piroseira, mas como não sou de falar mal (ahahahahah), não vou nem sequer dar ideias…ai que vontadinha

Bem, posto isto e como já referi uma vez, aqui neste MARAVILHOSO espaço de escrita da melhor, a minha neta vai ser Alice e o resto é conversa.
AHAHHAHAHAHAH

17 de setembro de 2010

cores quentes que apetece abraçar


Robert ParkeHarrison _"The Architect's Brother"

a chegar o Outono e as chuvas e a roupa húmida que não seca e as boleias para o filho não se ensopar na mota e a tristeza dos dias curtos e o quintal cheio de folhas caídas 

         em cores quentes que apetece abraçar 

__________ cores quentes que apetece abraçar


6 de setembro de 2010

o fado da desgraçadinha

Será que sem a publicidade se notaria muito que estou numa fase de embróglios da alma? Numa fase de revolta, de desapontamento, de "pouca garra", de falta de dinheiro, de e de e de e de? Será?...que se nota?

Bem, é que se por acaso não se notar passo à informação oficial____"Meus amigos, estou lixada com F!"

Agora por favor não sejam uns queridos, que eu até sei que são, porque o F do meu lixado é tão grande que não vou aguentar palavras de conforto daquelas que se dizem a quem se gosta. Como estou assim para o frágil, fico ainda mais fechada nesta teia de que as coisas estão tão "embrógliadas" que não se conseguem "desembrógliar" e é uma chatice. E eu não estou para isso, porque sei que isto vai passar dentro de poucos dias (vá lá, na pior das hipóteses uma semaninha e picos).

Pronto, já desabafei em público e tal…nem calculam como me sinto melhor.


Foi quase como escrever uma daquelas crónicas enormes e chatas como o caraças, que o povo gosta de ler, cheia de desgraceiras e azares, que no fim acabam com um final feliz, uma vida próspera, um casarão apalaçado de três pisos com piscina de água aquecida, torneiras douradas nas cinco casas de banho e um BMW na garagem.

(devaneios)

PS. O editor de mensagens não obedece aos meus comandos, por isso desculpem qualquer coisinha.

2 de setembro de 2010

redacção: o Verão já "tá" de restos…ou de rastos

Amanhã começo a trabalhar no duro, talvez no semi-rígido, para não exagerar.

Por um lado ainda não me sinto preparada, mas por outro já tenho alguma vontade de exercitar os neurónios, de preparar coisas novas (que eu cá gosto de inovar), de conviver com os putos, de me rir com eles, de me enervar a sério, de passar por aquelas fases stressantes… enfim…ossos do ofício. O que me tira a "pica" toda é a papelada inerente à coisa, que falta de pachorra tenho. Definitivamente não sou uma burocrática, tenho dito!

Como é da praxe, não fiz os deveres chatos que tinha programado para o período de férias. Ora se férias são férias, está tudo dito…

Cá em casa com o calor, a malta perdeu toda o apetite, começando no filho e terminando no cão. À excepção do gato que está escanzelado, só nos fez bem porque ficámos ligeiramente mais elegantes e poupámos uma pipa de massa. O Verão, para além do calor e dos dias longos, tem também destas coisas boas que equilibram as adiposidades e as economias.

Aparte: eu bem tento escrever, mas só me saem coisas tolas e sem fio condutor. É que me apetece escrever, apetece mesmo, não consigo é encontrar nada de interesse.


Para variar não acendi a televisão durante todo o Verão. Como tal não ouvi noticiários, nem novelas, nem documentários, nem nada. Ainda estou a tentar descobrir se esta decisão me torna menos informada ou mais feliz…é um assunto que está em estudo.


Não fui àquelas festas "in", porque cada vez estou menos para aí virada, falta-me cada vez mais a paciência para grandes multidões e prezo muito mais o "estar comigo mesma" ou com um ou outro amigo em amenas cavaqueiras por horas a fio.


Andei quase sempre descalça e balda, muito balda…como se a minha casa fosse um permanente Woodstok. Foi bom…………


Planos relevantes para a nova estação: na entrada do Outono vou tentar ser uma menina bem comportada, pelo menos até ao Natal, para ver se tenho muitas prendas no sapatinho.



obrigada pela visita!

pessoal que gosta de estar a par destas andanças

facebokiANOS a par desta coisa